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Agência antiterrorismo de Bolsonaro une policiais e esquerda em oposição

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  • Mariana Schreiber – @marischreiber
  • Da BBC News Brasil em Brasília

Crédito, Reuters

Legenda da foto,

PM prende manifestante em ato contra Bolsonaro; críticos temem que agência antiterrorismo sirva para perseguição política

A tentativa do presidente Jair Bolsonaro de criar uma espécie de agência antiterrorista no Brasil não sofre oposição apenas de partidos de esquerda, organizações de defesa dos direitos humanos e movimentos sociais – grupos que tradicionalmente se opõem a propostas nesse campo por verem uma tentativa de uso dessas estruturas de repressão para perseguição política. A ideia também desagrada policiais e outros agentes de segurança pública, categorias em que o presidente costuma ter amplo apoio.

Para associações do setor, entre elas a Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal (ADPF) e a Confederação Brasileira de Trabalhadores Policiais Civis (Cobrapol), o projeto de lei em debate na Câmara dos Deputados para criar uma Autoridade Nacional Contraterrorista apresenta uma “série de inconstitucionalidades”.

Elas argumentam que o texto estabelece uma definição muito ampla de terrorismo e concentra grandes poderes em uma nova agência subordinada ao presidente da República que atuaria de forma “conflitiva” com as instituições já existentes, como as polícias e o Ministério Público.

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