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‘Frase de Keith Richards me revelou que sobreviveria’, diz brasileiro sobre atentado que vai a julgamento em Paris

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  • Daniela Fernandes
  • De Paris para a BBC News Brasil

Crédito, Gabriel Sepe Camargo | Acervo pessoal

Legenda da foto,

Arquiteto brasileiro Gabriel Sepe Camargo sobreviveu ao ataque ao Bataclan em 2015, em Paris

Depois de sofrer um tiro no pulmão que por muito pouco não o deixou paraplégico e outro na perna que “estraçalhou” a tíbia, no restaurante Le Petit Cambodge, em Paris, um dos alvos da onda de atentados na capital francesa em 13 de novembro de 2015, o arquiteto brasileiro Gabriel Sepe Camargo achou que iria morrer.

Deitado no asfalto, ele conta que pensou na avó e na mãe, depois se lembrou de uma frase do livro “Vida”, do guitarrista dos Rolling Stones, Keith Richards, sobre o corpo continuar a funcionar independentemente do que sua mente acha. Ele conta que foi aí que disse a si mesmo que iria sobreviver e se tranquilizou.

Quase seis anos após a tragédia que matou 130 pessoas e deixou centenas de feridos – nos atentados na casa de shows Bataclan, em bares e restaurantes da capital francesa e no Stade France -, Sepe é uma das cerca de 1,8 mil partes interessadas (entre vítimas e parentes) no julgamento.

Com 20 acusados pelos ataques, o julgamento que começa nesta quarta-feira (08/09) é considerado “histórico” na França e deve durar cerca de nove meses.

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