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O caso de mulher do Kansas que pode mudar forma de julgar estupros nos EUA

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  • Tara McKelvey
  • Da BBC News em Lindsborg, Kansas (EUA)

Crédito, Getty Images

Legenda da foto,

Madison Smith e sua mãe, Mandy

Crimes sexuais são notoriamente difíceis de se processar — mas uma mulher no Kansas está usando uma lei do século 19 para pedir a seus concidadãos que ajudem a processar o homem que ela diz que a estuprou.

Em 2018, Madison Smith alegou que um colega a atacou quando ela era estudante universitária no Bethany College, no Kansas. Ela denunciou o caso como estupro.

O promotor do condado se recusou a apresentar acusações de estupro, no entanto, dizendo que a Smith havia apenas experimentado um encontro sexual “imaturo”. O colega foi condenado por agressão.

A decisão do procurador do condado levou Smith, agora com 23 anos, a usar uma lei estadual que remonta a 1887 para convocar um “grande júri”. Ele se reuniu pela primeira vez na quarta-feira, no que se acredita ser o primeiro caso desse tipo nos Estados Unidos.

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