‘Teria sido melhor ver meu filho morto e me despedir’: mulher desafia tabu do ‘luto perinatal’

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  • Alicia Hernández – @por_puesto
  • BBC News Mundo

Crédito, Ileana García Mora

Legenda da foto,

Ileana García Mora acreditava que seria uma mamãe normal, mas perdeu seu primeiro filho, Matias, na 38ª semana de gravidez

“Eu achava que seria uma mãe normal. E era uma mamãe com os braços vazios.”

Mas a venezuelana Ileana García Mora corrige: “todas nós somos normais. A vida e a morte são processos naturais, mas uma é mais dolorosa que a outra.”

Ela se define como ativista do luto perinatal e defende a visibilidade do tema, para que se fale sobre o que fazer quando um filho morre. Para ela, “é importante que se tenha informações disponíveis, que as mães tenham escolhas e que os familiares próximos tenham as ferramentas mínimas para lidar com o luto”.

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Houve uma época em que García tomou decisões sem saber, em meio à dor. Ou precisou ouvir coisas como “melhor assim, que o corpo descarte aquilo que não serve”.

Fonte Notícia: www.bbc.com

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