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Shell, Equinor e BP decidem deixar a Rússia após invasão da Ucrânia

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Após a petrolífera britânica British Petroleum (BP) anunciar que abandonaria seus 20% na estatal russa de petróleo Rosneft, agora foi a vez das gigantes Equinor e Shell seguirem o mesmo caminho.

Em meio aos ataque à Ucrânia, a Equinor, com sede na Noruega, declarou nesta segunda-feira (28/2) que vai suspender novos investimentos na Rússia e dar início ao processo de retirada das joint-ventures que mantém com companhias de energia russas.

O presidente-executivo do Conselho de Administração da Equinor, Anders Opedal, disse que “na atual situação, vemos nossa posição como insustentável”.

Ainda nesta segunda, a anglo-holandesa Shell também manifestou seu rompimento com estatais russas e a saída de negócios que têm no país. Reino Unido e Noruega fazem parte da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), aliança militar liderada pelos Estados Unidos.

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A atitude das petrolíferas mostra que o cerco das potências ocidentais frente a Moscou está se intensificando e vai além das sanções financeiras.

Empresas que deixaram a Rússia

Atuando na Rússia há mais de 30 anos, a Equinor possui aproximadamente 70 funcionários na Rússia e produz cerca de 25 mil barris de óleo por dia.

No final de 2021, o capital da empresa norueguesa era avaliado em US$ 1,2 bilhão. A Noruega investe recursos públicos em diversas empresas de países por meio de seu fundo soberano, um dos maiores do planeta.

A Shell, por sua vez, possui uma participação de 50% na Salym Petroleum Development, que faz desenvolvimento de campos na Sibéria Ocidental, 50% na Gydan, que explora e desenvolve blocos na península de Gydan e 27,5% na fábrica de gás natural liquefeito Sakhalin-II.

Além deixar essas empresas, a Shell anunciou que vai encerrar seu envolvimento no gasoduto Nord Stream 2, que levaria gás natural da Rússia para a Alemanha.

Em nota, o presidente-executivo da empresa, Ben van Beurden, disse: “Estamos chocados com os acontecimentos na Ucrânia, resultado de um ato de agressão militar sem sentido que ameaça a segurança da Europa”.

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